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Mão segura um telemóvel que mostra uma grelha de fotografias no ecrã.

Google Fotos deixa organizar o separador Coleções

O Google Fotos está a receber uma nova versão do separador Coleções que permite decidir o que aparece primeiro. A aplicação passa a deixar fixar atalhos usados com frequência, ocultar secções pouco úteis e alterar a ordem dos blocos, em vez de impor a mesma organização a todas as pessoas.

A mudança está a surgir de forma gradual e pode não aparecer logo após uma atualização da aplicação. A versão 7.97 foi observada no Android e a 9to5Google também indica a distribuição na versão 7.98 para iOS. Como a ativação é feita do lado dos servidores da Google, dois equipamentos com a mesma versão podem mostrar interfaces diferentes durante o lançamento.

Um separador mais fácil de adaptar

No topo da nova página surge a área Fixados. Por predefinição, inclui atalhos para Favoritos, Capturas de ecrã e Lixo, mas o utilizador pode escolher outros destinos ou remover inteiramente esta área. A ideia é reduzir o número de toques necessários para chegar às coleções abertas com maior frequência.

Logo abaixo aparecem blocos horizontais para conteúdos como álbuns, fotografias guardadas no dispositivo, pessoas e animais de estimação, locais e documentos. Cada bloco pode ser ocultado ou deslocado para outra posição. O botão para reordenar fica no fundo do separador Coleções.

A atualização não muda onde as fotografias ficam guardadas nem altera a cópia de segurança. Trata-se de uma reorganização da navegação. As áreas existentes continuam disponíveis, incluindo Arquivo, Vídeos, Adicionados recentemente, Criações, Lixo e a Pasta bloqueada do Google Fotos.

Como verificar se a novidade já chegou

Abra o Google Fotos e toque em Coleções na barra inferior. Se a nova organização estiver ativa, deverá encontrar a área Fixados no topo e controlos para ocultar ou reordenar secções. Nos relatos publicados, reiniciar o telemóvel e voltar a abrir a aplicação fez a interface aparecer em alguns equipamentos, mas isso não garante a ativação.

Convém manter a aplicação atualizada através da loja do sistema. Ainda assim, não é necessário limpar dados, reinstalar o Google Fotos ou alterar definições da conta. Essas ações podem criar trabalho desnecessário e não forçam uma funcionalidade que depende da ativação remota.

A alteração é pequena quando comparada com novas ferramentas de edição, mas resolve um problema diário: bibliotecas grandes misturam álbuns, pastas locais, capturas de ecrã e categorias automáticas. Poder escolher a ordem torna o separador menos rígido e aproxima os atalhos das rotinas de cada utilizador.

Fernando Carrujo
Desde muito cedo que o mundo da tecnologia me fascinou, estou sempre atento às novas tecnologias, não só porque gosto mas porque também trabalho na área. Criámos este website para ajudarmos e atualizar todos os nossos visitantes, que tal como nós são apaixonados pelo mundo tecnológico.